sábado, 20 de agosto de 2016

Resenha: No Coração da Floresta - Emily Murdoch

Título: No Coração da Floresta
Autor: Emily Murdoch
ISBN-13: 9788522031085
ISBN-10: 8522031088
Ano: 2015
Páginas: 272
Idioma: português
Editora: Agir Now
Lido em: Junho de 2015
E se tudo o que você soubesse fosse uma mentira? E se a pessoa que deveria te proteger não tivesse condições nem mesmo de cuidar de si mesma? Carey é uma jovem de 15 anos com uma história de vida difícil. Levada às escondidas pela mãe para um parque nacional quando ainda era uma criança, tudo o que ela e a irmã menor conhecem é a floresta. Elas só têm uma a outra, considerando que a mãe, viciada em drogas e mentalmente instável, muitas vezes desaparece por dias sem fim. É durante um desses sumiços que repentinamente as meninas se vêem diante de dois estranhos, que as tiram da floresta e as levam para um mundo novo e surpreendente de roupas, meninos e aulas. Agora Carey precisa enfrentar a verdade por trás do seu passado e decidir se vale a pena revelar um terrível segredo, que, caso descoberto, pode colocar em risco a segurança e a nova vida das duas irmãs. No coração da floresta foi indicado a inúmeros prêmios, como a Carnegie Medal em literatura, e seus direitos foram vendidos para 8 países. Primeiro livro de Emily Murdoch, recebeu a seguinte crítica estrelada do Booklist: “Um livro cheio de dor e esperança. Uma estreia surpreendente.”
 Preciso dizer uma coisa antes de tudo, que presumivelmente vocês já sabem: tenho um fraco irremediável por capas lindas e interessantes. Quando vi No coração da Floresta eu pirei geral e pensei: preciso ler. A sinopse da história também foi outro atrativo que me chamou atenção e rapidamente me convenceu. Primeiro vou fazer um apanhado da estória e depois comentar fatos que considero interessantes diante da premissa.
      Carey vive com a Nessa, sua irmã mais nova, na floresta, num lugar ermo e distante de tudo e de todos. E devido a uma vida árdua ela precisa aprender a sobreviver num lugar tão selvagem. Lidar com os perigos e saber o que fazer com o racionamento de feijões até sua mãe voltar da cidade – onde foi buscar suprimentos. Desde os cinco anos Carey vive na floresta com a mãe viciada e instável. Ela lembra que elas fugiram de seu pai violento - quando era apenas uma criancinha - que as obrigou a se esconder na floresta e viver reclusas para escapar dele.
      Mas dessa ida para a cidade em busca de suprimentos a mãe das meninas não voltou. Um mês se passou e as garotas não tem nenhum sinal dela. No entanto, em meio a aflição da solidão algo estranho acontece. Uma mulher e um homem aparecem na floresta para levá-las embora.

Esse foi um livro que mexeu bastante comigo e me levou a uma série de emoções.
     Não sei porque, mas às vezes me dá um branco e fico meio sem palavras para comentar sobre um livro que gostei bastante e que me deixou extasiada, emocionada, aflita e perdida. A escrita da Emily é interessante, e trouxe um ângulo que eu não estava acostumada a ver nos livros que o regionalismo. No início me incomodou um pouco quando a Carey falava num ao invés de não. Mas logo me acostumei ao perceber que fazia parte da vida das meninas esse tipo de linguagem.
    Achei interessante, frustrante e dolorido como Carey levou tudo nas costas tendo apenas quinze anos. A vida das meninas era bastante dura, por vezes me peguei tentando apertar o rosto para não chorar porque tudo o que elas viveram foi bastante intenso e cruel, que nenhuma criança deveria viver ou presenciar. Elas viviam acostumadas com a mãe negligente que é viciada em drogas e que levava pessoas para o trailer em troca de dinheiro para comprar mais droga.
— Aquela menina da floresta é incrível. Nunca deixe de ser aquela garota, está me ouvindo? Tranças e roupas novas não podem levar embora as melhores partes de você. Agarre-se à sua herança. Aquela menina da floresta criou um bebê, tomou conta da irmã, manteve-a alimentada, aquecida e segura. Aquela menina da floresta é especial. Ainda mais aqui fora. Assinto, minha voz saindo como um sussurro vacilante: — Obrigada.
     Quando Carey e Nessa foram viver com a família de Charlie fiquei esperando que algo de ruim acontecesse porque tudo parecia bom demais, como Carey mesma disse: Essa bondade não existe. Essas coisas. Ninguém é bom sem esperar nada em troca. Mas eu tentava me agarrar no contentamento de que Melissa e Charlie eram realmente legais e estavam tentando auxiliar as garotas para retomarem a vida da melhor forma possível. Fiquei impressionada com o romance inusitado que surgiu quando a Carey foi para a escola, era tudo novo e surpreendente para a menina, mas bonito, sensível e real.
     A autora encaixou os detalhes da estória de uma forma genial. O único porém é que no meio do livro eu já havia descoberto o que Carey havia feito. Dada as circunstâncias que viviam acreditei que o que ela fez na floresta era bem possível.
     Eu realmente gostei da estória. Muito mesmo. Fiquei chocada, extasiada com o que acontecia a cada página. Ah! Também amei o A Menos. Há tantos personagens que eu gostaria de mencionar, mas não quero estragar a surpresa. Eu gosto de fazer leitura ás cegas e me surpreender com qualquer coisinha foi bom para mim.
   A história é sensível, delicada, chocante e intensa. A diagramação e as imagens da floresta são lindas. Super recomendo! Pelo motivo de que descobri antes do fim o que a Carey tinha feito e porque acho que uma questão ficou em aberto que dou quatro estrelinhas, mas de todo o livro é muito bom!
Nota: 4/5 - Favorito

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Quotes #2: Uma Canção de Ninar - Sarah Dessen

Então, pessoas, como puderam ver no post de minhas leituras mensais eu decidi não fazer uma resenha de Uma Canção de Ninar da Sarah Dessen – uma autora que gosto bastante. Mas a obra não entregou tudo que eu esperava e não me convenceu de forma alguma, em determinados momentos a leitura pareceu se arrastar. Não senti empatia pelos personagens e nem me importei muito com a personagem e nem com os outros amigos dela. De qualquer maneira eu trouxe alguns quotes para o registro da leitura não ficar em branco e para vocês conhecerem um pouco. Porque não funcionou para mim a obra, mas pode muito bem funcionar para outros leitores.

Remy não acredita no amor. Sempre que um cara com quem está saindo se aproxima demais, ela se afasta, antes que fique sério ou ela se machuque. Tanta desilusão não é para menos: ela cresceu assistindo os fracassos dos relacionamentos de sua mãe, que já vai para o quinto casamento. Então como Dexter consegue fazer a garota quebrar esse padrão, se envolvendo pra valer? Ele é tudo que ela odeia: impulsivo, desajeitado e, o pior de tudo, membro de uma banda, como o pai de Remy — que abandonou a família antes do nascimento da filha, deixando para trás apenas uma música de sucesso sobre ela. Remy queria apenas viver um último namoro de verão antes de partir para a faculdade, mas parece estar começando a entender aquele sentimento irracional de que falam as canções de amor.

Confiram:
Posso dizer que cometi muitos erros, mas não me arrependo de nada. Porque pelo menos não passei a vida toda à margem, imaginando como seria viver.
A música começou devagar. Um pouco de violão, só alguns acordes. Então uma voz, aquela que eu conhecia tão bem. A letra que eu sabia de cabeça. Ela era importante para mim. Ninguém precisa saber. Mas era.
Esta canção de ninar
Tem poucas palavras
Apenas alguns acordes
Neste quarto vazio
Mas você pode ouvir e ouvir
Aonde quer que vá
Vou te decepcionar
Mas esta canção vai continuar a tocar...
 Eu ia adormecer ouvindo aquilo, ouvindo a voz dele. Sempre funcionava. Toda vez.
Então, é isso, people.
Por hoje é só! (em ASL) 

sábado, 13 de agosto de 2016

Resenha: Calafrio - Maggie Stiefvater

Título: Calafrio
Os Lobos de Mercy Falls # 1
ISBN-13: 9788522015276
ISBN-10: 8522015279
Ano: 2015
Páginas: 350
Idioma: português
Editora: Agir Now
Lido em: Junho de 2015
O frio. Grace passou anos a observar os lobos no bosque próximo à sua casa. Um deles, um belo lobo de olhos amarelos, a observa também. Ele parece familiar, mas ela não sabe por quê. O calor. Sam vive duas vidas. Como lobo, ele é um companheiro silencioso da garota que ama. E, por um curto período a cada ano, ele é humano, nunca corajoso o bastante para falar com Grace… até agora. O calafrio. Para Grace e Sam, o amor sempre foi mantido a distância. Mas uma vez revelado, não pode ser negado. Sam precisa lutar para continuar humano, e Grace precisa lutar para ficar ao seu lado — mesmo que isso signifique enfrentar os traumas do passado, a fragilidade do presente e as impossibilidades do futuro.
    Primeiro de tudo: Maggie arrasa! Eu tinha ouvido falar bem dos livros dela, e como já li A Corrida de Escorpião acreditei no quanto o livro poderia ser promissor - eu tinha lido esse antes de Os Garotos Corvos, único livro da autora lido que não curti de verdade e que já comentei aqui, mas essa resenha eu já tinha feito a algum tempo anyway. Enfim, a grande questão é que não gosto de histórias de lobisomens e essas coisas, sobretudo depois da febre Crepúsculo e seus derivados. Anyway, num dia  qualquer eu vi o blog da Agir Now e a promoção do livro para o dia dos namorados e fiquei com vontade de ler, de verdade. Não sei porque. Tenho repentes de leitura.
       A narrativa do livro se divide entre Sam e Grace. Um menino lobo e uma garota. Aos 11 anos Grace foi atacada por um bando e foi mordida. Mas algo aconteceu. Aquele lobo dos olhos amarelos a salvou, mas por algum motivo ela não lembra bem como tudo aconteceu. Desde então a menina sempre o observou na floresta próximo a sua casa; ela tirava fotos com sua amiga Olivia, ouvia o uivo dele nas noites frias durante seis anos. O lobo sempre manteve distância até que um dia ele se aproximou, enfim, da humana.
       Jack, um garoto raivoso e instável, foi atacado por lobos e considerado morto. A falta de um corpo para enterrar evidenciava isso. A raiva dos moradores de Mercy Falls se intensificou com o ocorrido. Precisaram tomar atitudes drásticas quanto a isso. A caça aos lobos então tem seu início a partir desse evento. Gace se esforçou o quanto pôde para  proteger o seu lobo, sua obsessão, e quando enfim ele apareceu em sua casa, baleado, cheio de sangue, tudo muda. Agora eles tem uma "chance" de se conhecerem.

      Achei bem interessante a originalidade de Maggie. O livro não é sobre lobisomens, mas lobos. A mordida é tratada como doença do frio e aparentemente não tem cura. Num dado momento os lobos deixam de se tornar humanos no verão ou primavera para seguirem vidas em bando até a morte.

    Grace foi mordida, mas não se transformou. Sam está em seu último ano como humano. Esse é o fim para ele como Sam. Como os dois lidarão com a iminente separação?
      O livro é bem legal e sensível; como não gosto muito de sobrenatural fiquei querendo que os perigos acerca de ser lobo ficassem longe, paranoia de leitora que não quer ficar com o coração apertado. Mas no fim eu gostei de verdade da estória. Fiquei feliz com o jeito que a Maggie tratou os sacrifícios, desenvolveu a história e lidou com o pesar das mortes de alguns personagens. Foi satisfatório. Fiquei chocada com alguns acontecimentos, mas faz parte de toda história.
      Foi sensível e emocionante. Muitas cenas me tocaram e me deixaram feliz.
Eu esperei. Mas Grace, a única pessoa no mundo que eu queria que me conhecesse, só passou um dedo pela base de um dos livros de capa dura e saiu da loja sem sequer perceber que eu estava ali, bem ao alcance.
Acho que essa é a menor resenha que postei até aqui, né people?! Aahahah
Eu tenho essa mania de escrever demais!! *-*
Então, pessoas, o que acharam e já ouviram falar desse livro ou já leram?  

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

6 on 6: Agosto - Enfeites

     Helloo, pessoas, tudo numa nice?! Então, esses dias deu para perceber que estive bastante irregular com os meus posts. Eu tinha uma agenda planejada que contava com intervalos para que eu pudesse continuar assistindo a Olimpíada assiduamente e postar e ler. Mas eu não estou conseguindo e o motivo claro são os jogos de vôlei que estou acompanhando.
    Acredito que quem já acompanha o blog deve estar ciente que eu gosto bastante do esporte, o meu favorito ever, e eu paro um monte de coisas só para poder assistir. No mês de agosto eu iniciei um processo de leitura frenética e consegui ler três livros numa semana, na verdade eu consegui ler um livro de 320 páginas num dia só - nos intervalos que tive livre da universidade e todas os afazeres.
Enfim, pelo menos com as leituras estou meio que em dia.
     Esse é um post terrivelmente atrasado que deveria ter saído no dia 6. Mas como expliquei acima estive viciada e vidrada no Sportv a semana toda. Além disso, no final de semana corrido, que era quando o post deveria ter saído, estive ausente participando de algumas festas e fiquei sem inspiração para escrever nada no blog quando voltei super cansada para casa.
    O tema desse mês, segundo o termo super funny da Fabi, eram os cacarecos da estante. Nem sei se escrevi certo, mas tudo bem. De qualquer maneira eu não tenho cacarecos como todo mundo, na verdade eu não tenho essas coisas que todo mundo coloca na estante e tals. Eu uso a cômoda ou a cama para guardar os livros ou até mesmo as gavetas e o quartinho da bagunça. Mas tenho uns trens aí na cômoda.  










    Enfim, essas são as minhas fotos do mês, people. E para comemorar o esporte mais cool ever de todos os tempos e porque estamos em Olimpíada, eu decidi postar aqui uma alegria de alguns anos atrás quando minhas irmãs foram campeãs estaduais de vôlei - elas também são campeãs nacionais de 2012 e como a competição foi em Minas Gerais eu não tenho fotos, pelo menos não que eu possa achar imediatamente. #muitoorgulho #bonstemposemquadra #volei Tentem encontrar as geminhas aí!!
É isso por hoje, people.
Beijin...
Confiram os outros blogs participantes:

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Só Comentários... #4


Helloo, pessoas, tudo numa nice?!
Então, esse mês de julho que passou eu meio que relaxei no início e deixei de me empenhar nas leituras como necessário para bater a minha meta – poque tem um monte de livro bem massa que quero conferir logo. De qualquer jeito eu só li sete livros, alguns eu fiz resenha no blog e outros eu decidi trazer a coluna de comentários porque tive preguiça alheia para fazer uma resenha.
Então essas foram as minhas leituras



* Eu dei uma pausa no hábito de dar notas aos livros que leio no skoob, então isso não significa que esses livros tem nota zero. Só dei nota para Arena 13 porque foi um livro que me mexeu bastante comigo.

"Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais escuros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo de Jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. Mais rápida que a ema selvagem, a morena corria o sertão e as matas do Ipu onde campeava sua guerreira tribo, de grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçado, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas."
Comentário...
Ok, esse livro eu peguei na Bicen da Universidade porque é uma obra que está sendo trabalhada na aula de Literatura Brasileira I e que abrange praticamente o romantismo - com algumas pinceladas do Arcadismo e Barroco. A minha parte favorita dessa época é o Mal do Século, sei lá, acho interessante. Mas enfim, estou fugindo do foco.
Eu gostei do livro, até chorei no final, pois é. Muita gente fica incomodado com a linguagem rebuscada da época e porque a característica do romantismo é a quantidade imensa de adjetivos e coisa e tal. Porque as mulheres não caminham, pairam. De qualquer maneira eu gosto desse aspecto, acho interessante. O meu primeiro contato com o autor foi com Diva que eu curti também.
Mas o que me incomodou na obra foi o tempo verbal e a pessoa - esse último nem tanto. O livro é escrito em terceira pessoa no geral, no primeiro capítulo, porém é em primeira pessoa. Eu pensei: Hã? E às vezes o autor oscilava entre a terceira pessoa no passado e a terceira pessoa do presente. Sei lá, eu achei estranho, mas... pode ser que eu não tenha interpretado direito. Afinal é um cânone. Enfim. Foi uma experiência interessante.

Síntese atualizada da formação do ordenamento social, econômico e político da cidade-estado romana, dos mecanismos que propiciaram a unificação do mediterrâneo e a desagregação do sistema republicano.
Esse livro eu li porque gosto e porque quis -  não estava na meta de leitura e nem nada, foi impulsivo. Eu sou viciada em História Geral e Brasielira - acredito que todo mundo já tá careca de saber disso - e certo dia estava na biblioteca - porque eu só vivo na Bicen da UFS – vi o livro e decidi pegar para ler. Gosto de conhecer práticas culturais de antes, os tipos de governo e qualquer tipo de coisa que remeta ao passado. Foi uma boa leitura.


Remy não acredita no amor. Sempre que um cara com quem está saindo se aproxima demais, ela se afasta, antes que fique sério ou ela se machuque. Tanta desilusão não é para menos: ela cresceu assistindo os fracassos dos relacionamentos de sua mãe, que já vai para o quinto casamento. Então como Dexter consegue fazer a garota quebrar esse padrão, se envolvendo pra valer? Ele é tudo que ela odeia: impulsivo, desajeitado e, o pior de tudo, membro de uma banda, como o pai de Remy — que abandonou a família antes do nascimento da filha, deixando para trás apenas uma música de sucesso sobre ela. Remy queria apenas viver um último namoro de verão antes de partir para a faculdade, mas parece estar começando a entender aquele sentimento irracional de que falam as canções de amor.
Esse foi o primeiro livro da Dessen que realmente me vi decepcionada. Não senti empatia pela personagem e várias coisas na estória me pareceram precipitadas e eu não curti muito.


Esta é uma história mágica, que transita entre um mundo mítico e um castelo na Transilvânia... Jena, uma garota de 16 anos, seu sapinho de estimação Gogu e suas quatro irmãs guardam um segredo: desde pequeninas, em toda noite de Lua Cheia, fazem sombras com as mãos contra uma pedra, abrindo um misterioso portal para uma floresta mágica, onde dançam com encantadoras e bizarras criaturas fantásticas. Porém, elas não imaginavam que suas vidas mudariam rasticamente: o pai adoece e, por recomendações médicas, vai para uma região onde o inverno é mais ameno. Jena e sua irmã Tati ficam encarregadas de cuidar dos negócios da família no castelo Piscul Dracului. As coisas vão bem até que um trágico acidente deixa tudo fora de controle. Para piorar, sua irmã se apaixonara por uma das misteriosas criaturas da Clareira Dançante da floresta...
Esse foi o meu primeiro contato com algum livro da Juliet. Sempre vi as pessoas comentando sobre a Filha da Floresta e tecendo elogios, mas como sempre tive preguiça alheia de ler essa obra gigante (de seiscentas e poucas páginas), além do fato de que uma fantasia em primeira pessoa não me agrada muito, decidi optar por outro livro da autora. Eu realmente gostei de A dança da Floresta. Parecia aquelas estórias de contos de fadas que passava na TV Cultura e me vi imersa em uma fantasia diferente das que estou acostumada, cheia de seres fantásticos e interessantes como em histórias de Era Uma Vez. Essa capa simboliza muito a estória.

Bem pessoas, e se quiserem conferir as resenhas dos outros livros que eu li no mês passado é só clicar nas imagens.
  

Então, pessoas, como foi o mês de leitura de vocês e quantos livros conseguiram ler? 
Beijin...

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Lançamentos de Julho da Editora Gente e Única

Helloo, pessoas... Hoje eu vim trazer para vocês um post rápido (e atrasado) do lançamento da Editora Gente e Única dos lançamentos do mês passado. Confiram:

Título: Casa Organizada
A arte da organização para transformar a casa e a rotina de quem não tem tempo
ISBN-13: 9788545200567
ISBN-10: 8545200560
Ano: 2016 / Páginas: 222
Idioma: português
Editora: Gente
Uma casa deve nos servir – e não o contrário! Este livro veio para desmitificar a ideia de que é preciso investir muito tempo na casa para deixá-la organizada. Thais Godinho defende que a organização da casa não precisa – nem deve – ser uma tarefa desgastante. Você também se sente frustrado por ver seu tempo perdido em arrumações que logo serão perdidas? Sua casa vira uma bagunça pouco tempo depois de você colocar tudo no lugar? Aqui você verá que organizar a casa é fazer dela um lugar que funcione para você. É transformar o lugar no qual você mora em um refúgio para aproveitar os dias e que faça você ter vontade de voltar. Aqui você verá que é possível ajustar as expectativas em relação à casa de acordo com o seu estilo de vida sem deixar de lado a satisfação de ter um lugar com a sua cara. Depois de ler este livro, você terá a certeza de que é possível ter uma casa organizada mesmo com uma rotina cheia de compromissos e sem precisar contratar alguém para ajudar. Aprenda a manter sua casa organizada por meio de simples ações diárias; Crie um sistema de organização em que todos participem; Saiba como aliar cuidados com a casa ao trabalho e aos estudos; Tenha, de uma vez por todas, a casa que sempre sonhou.

Título: Relacionamento, influência e negócios
Um guia prático, inspirador e estratégico para ajudar você a dominar o mundo das vendas
Márcio Giacobelli
ISBN-13: 9788545200574
ISBN-10: 8545200579
Ano: 2016 / Páginas: 144
Idioma: português
Editora: Editora Gente
É hora de fazer acontecer!
Muitas pessoas vivem como se estivessem esperando a grande oportunidade para finalmente conseguir realizar o sonho de ter o próprio negócio. No entanto, quase sempre as oportunidades estão batendo à porta há bastante tempo, sem ser percebidas. A área de vendas por relacionamento (ou vendas diretas) tem sido a grande chance de muita gente, e pode ser a sua também.
Neste livro, você aprenderá tudo o que é necessário para realizar seu sonho e atingir seus objetivos. Você é o responsável pela sua vida, e aqui saberá como fazer acontecer! Márcio Giacobelli não tem fórmulas mágicas, mas tem algo igualmente valioso: conhecimento de especialista. Ele apresenta inúmeras possibilidades. Caberá a você decidir qual caminho seguir.


Título: Fique com alguém que não tenha dúvidas
Marina Barbieri
ISBN-13: 9788567028866
ISBN-10: 8567028868
Ano: 2016 / Páginas: 192
Idioma: português
Editora: Única
Uma das maiores certezas da vida é que todo mundo vai sofrer por amor.
Desnecessário dizer que todo mundo já teve uma história amorosa que deu errado. E se ainda não teve, um dia vai ter. Mas por que isso acontece com tanta gente e com tanta frequência? Falta de sorte? Dificuldade em dialogar? Falta de leitura do outro? Nada disso. A verdade é uma só: quando desejamos muito uma pessoa, ignoramos todos os sinais, os aprendizados e a experiência que temos e insistimos cegamente, mesmo que as chances estejam contra nós. Sim, a paixão nos faz crer nas desculpas mais esfarrapadas e a descrer nos avisos mais óbvios, e então nos boicotamos tentando acreditar na ilusão de que dessa vez vai ser diferente. Nunca é. Marina Barbieri está há anos tentando impedir suas leitoras de se enganarem. Autora do Deu Ruim, um dos blogs sobre relacionamentos de maior sucesso no Brasil, Marina Barbieri fala neste livro sobre tudo aquilo que no fundo você já sabe, mas se recusa a assumir. Você vai conhecer personagens que provavelmente já deve ter encontrado, como o sr. Feito-Para-Casar, o sr. Distância e o sr. Problema, entre tantas outras figurinhas que estão perambulando por aí e vez ou outra atravessam a sua vida.
Prepare-se para alternar entre rir alto e chorar baixinho com crônicas da vida de todos nós quando se trata de amor (ou da falta dele). Marina Barbieri compartilha com seus leitores as roubadas amorosas da própria vida, mostrando que amar pode ser mais simples do que nós fazemos parecer.