14 de março de 2017

Resenha de Filme | Sete Minutos Depois da Meia Noite

Título original : A Monster Calls
Distribuidor: Diamond Films
Conor é um garoto de 13 anos de idade, com muitos problemas na vida. Seu pai é muito ausente, a mãe sofre um um câncer em fase terminal, a avó é uma megera, e ele é maltratado na escola pelos colegas. No entanto, todas as noites Conor tem o mesmo sonho, com uma gigantesca árvore que decide contar histórias para ele, em troca de escutar as histórias do garoto. Embora as conversas com a árvore tenham consequências negativas na vida real, elas ajudam Conor a escapar das dificuldades através do mundo da fantasia.

Helloo, folks... tudo numa nice?
Depois de quase um milênio estou de volta no blog e venho trazer uma brevíssima resenha do filme Sete Minutos Depois da Meia Noite. Vocês vão perceber que esse texto tá muito pequeno comparado ao que costumo escrever, mas eu queria ser o mais sucinta possível no meu comentário para com esse movie que me tocou muito e até me fez chorar.  
    Nunca li nada desse autor e quando vi o livro eu meio que fiquei motivada para ler porque tinha poucas páginas; quando você está com preguicite aguda e tem uma pilha de tantos outros livros para ler esse sempre será seu sentimento ahahah, pelo menos era o meu. Então, quando saiu o filme pensei em assistir. Pela capa, acreditei que a obra tinha uma vibe meio dark de fantasia e a minha surpresa ao ver o filme é que na verdade, se tratava de um drama com um teor mais dark apesar de “infantil”.
Coloquemos entre aspas o infantil, porque, querendo ou não se você leu ou assistiu vai entender do que estou falando. Apesar do protagonista bem jovem, o filme traz uma lição rica e bastante madura, que nos faz refletir - aliás me fez refletir bastante.

   Esse foi um filme impressionante e tocante para mim, confesso que no início fiquei meio perdida, pensando que o protagonista estava em outro mundo, por causa da fantasia e tal, além do fato de que a árvore se transformava e eu via coisas anormais, por isso realmente acreditei nisso. Além do fato que a linha do tempo e espaço mudava mesmo que o protagonista estivesse no mesmo mundo. Acredito que isso tem mais a ver com a imaginação da criança e isso me pegou de surpresa, pois não esperava, e me transformou para várias nuances dos temores e imaginativo infantil.

Esses desenhos meio esboçados com tirada gótica me encheram os olhos!! *-*
Adorei a linha da estória e o crescimento do protagonista no decorrer do filme. É claro que o protagonista me deixou irritada por alguns momentos, mas somente por causa de uma particularidade minha, porque sou afoita e um pouco agoniada; mas compreendi o peso do mundo que ele carregava nos ombros, o que ele sofria e o que estava passando, e sendo assim por isso tomava determinadas decisões.
 Essa cena acima foi espetacular!

De qualquer modo ele foi um protagonista empático que me fez enternecer pelo que estava passando. Outros personagens são inseridos que tem bastante relevância, como por exemplo, o pai dele que me irritou de verdade, a mãe e até mesmo a avó, importantíssima na vida do garoto.
A fotografia é sombria e nublada do jeitinho que gosto e remete bastante ao estado de espírito do protagonista. Consegui sentir cada sentimento dele e ao final do filme estava chorando.

Super recomendo esse filme para quem gosta de estórias profundas, tocantes e verdadeiras.
Por hoje é só, folks.
XO XO
7 de março de 2017

6 ON 6: Março - Mês das Mulheres


    Helloo, folks... tudo numa nice?!
   Então, já tem um tempinho que eu não venho aqui, né? E há vários motivos para isso. Algumas vezes eu não estava inspirada, em outros momentos eu estava extremamente ocupada com a faculdade e tentando conciliar revisão dos meus livros com leitura obrigatória e leitura prazerosa, mas não estava dando certo. Fiquei muito bagunçada. Além disso, comecei a dar aula essa semana e meu tempo se encurtou. Os posts aqui vão sair, mas com menos frequência que antes - na verdade eu já tinha algumas resenhas para postar, no entanto não o fiz, .
Enfim, vamos de projeto hoje. De novo estou atrasada para o post 6 ON 6 e o motivo é: ontem fui dar aula e não tive tempo de tirar as fotos. Hoje sim, logo ao chegar em casa, fiz.
  O tema desse mês é o mês das mulheres, mas diferente do ano passado, nós acrescentamos especificidades, como por exemplo, coisas que mulheres fazem no dia-a-dia. Então essas são algumas das fotos. Confiram:
16 de fevereiro de 2017

Parceria: Denise Flaibam

    Helloo, folks... tudo numa nice?!
  Hoje eu vim trazer para vocês um post de parceria. #yay
 Eu não conheço muito a Denise, mas sempre via os livros dela nos blogs e me sentia instigada por sua estórias, sobretudo porque ela escreve fantasia - o que é awesome, meu gênero favorito ever.
Então é com imensa alegria que anuncio a parceria. Fiquei muito feliz por ter sido escolhida e mal posso esperar para começar a fazer as leituras.
Vamos conhecer um pouco da autora, folks.
13 de fevereiro de 2017

Resenha: O Livro de Memórias - Lara Avery

Créditos da Imagem: Tudo Que Motiva
   Eu estava namorando esse livro desde que foi lançado. Apesar de eu ter parado de ler alguns jovem adulto porque estava viciada em fantasia – e acredito que também porque li tanto livro nesse estilo em 2015, mas muito mesmo que acabei ficando saturada. De qualquer maneira tinha obviamente decidido ler esse livro após conferir a sinopse.
O Livro De Memórias
ISBN-13: 9788555340178
ISBN-10: 8555340179
Ano: 2016
Páginas: 392
Idioma: português
Editora: Seguinte
Lido em: Janeiro de 2017
Sammie sempre teve um plano: se formar no ensino médio como a melhor aluna da classe e sair da cidade pequena onde mora o mais rápido possível. E nada vai ficar em seu caminho — nem mesmo uma rara doença genética que aos poucos vai apagar sua memória e acabar com sua saúde física. Ela só precisa de um novo plano. É assim que Sammie começa a escrever o livro de memórias: anotações para ela mesma poder ler no futuro e jamais esquecer. Ali, a garota registra cada detalhe de seu primeiro encontro perfeito com Stuart, um jovem escritor por quem sempre foi apaixonada, e admite o quanto sente falta de Cooper, seu melhor amigo de infância de quem acabou se afastando. Porém, mesmo com esse registro diário, manter suas lembranças e conquistar seus sonhos pode ser mais difícil do que ela esperava.
    O livro de memórias conta a história da Sammie, uma garota de que descobre de repente estar com uma doença rara que apesar de complicada, não "atrapalha" seus planos de vida. É dessa forma que passa a escrever o livro de memórias, após ter a certeza que aos poucos vai perder as lembranças, ela começa a escrevê-las para que a Sammie do futuro jamais se esqueça e possa estar sempre lendo para recordar e tirar suas dúvidas sobre o que acontece em sua vida.
   Esse foi um dos livros mais doces, conflitantes e bonitos que li em muito tempo, desse gênero. A estória realmente me surpreendeu e me tocou mais do que eu esperava. Chorei muito por uns dias aí. O livro tem um triângulo amoroso, folks. No geral procuro não ler obras com essa linha porque não curto e porque não me cativam muito. Achei estranho que nesse gênero a autora colocou um triângulo e fiquei surpreendida por isso, porque no geral não acontece. Mas meio que funcionou e não me incomodou tanto quanto acontece normalmente.
   A estória é tocante e boa de acompanhar. A escrita é fluída, os personagens são cativantes e você acaba se afeiçoando a eles. Achei bastante interessante que a família da Sammie é como gente da gente, eles soaram e pareceram tão próximos da nossa realidade que fica fácil de nos afeiçoarmos a eles e de igual modo nos identificarmos.
   A doença da Sammie é complicada e eu jamais tinha ouvido falar. É triste e terrível. Desesperador então eu só podia imaginar pelo que ela estava passando.
  O meu personagem favorito foi o Cooper e queria uma estória só dele de tão interessante e diferente que o achei.
  Gostei de o livro ser escrito em formato de memórias, pois dá para ficarmos cientes dos pensamentos da personagem, mesmo que fiquemos um pouco reféns do seu ponto de vista quanto a vida e a tudo que se passa em seu dia-a-dia.

  Definitivamente recomendo essa leitura para quem gosta de livros do gênero e quem quer se emocionar, entender uma doença rara – o que é importante para valorizarmos o que temos a nossa volta – e ser tocado por uma bela estória de amizade, amor e planos.
Nota: 4/5
Por hoje é só, folks.
XO XO
9 de fevereiro de 2017

Resenha: Crave a Marca - Veronica Roth

Créditos da Imagem: Farol Cultural
  Depois de Divergente sabia que precisava ler outra coisa dessa autora. Apesar de não ler muito livros da moda, quis conferir esse novo da Veronica porque não tinha terminado a trilogia de antes e gosto de conferir e dar novas chances aos autores.
Crave a Marca
ISBN-13: 9788579803284
ISBN-10: 8579803284
Ano: 2017
Páginas: 480
Idioma: português
Editora: Rocco
Lido em: Janeiro de 2017
Não há lugar para a honra na sobrevivência.Fãs de Star Wars e Divergente vão adorar a nova série de fantasia e ficção científica da escritora best-seller internacional Veronica Roth. Em um planeta onde a violência e a vingança imperam, em uma galáxia onde alguns são afortunados, todos desenvolvem habilidades especiais – o dom-da-corrente – um poder único para moldar o futuro. Enquanto a maioria se beneficia desses dons, Akos e Cyra não. Seus dons-da-corrente os tornam vulneráveis ao controle dos outros.
Será que vão conseguir recuperar o controle de seus dons, de seus destinos e das próprias vidas, e ainda instaurar o equilíbrio de poder no mundo?Cyra é irmã de um tirano brutal que governa o povo de Shotet. Os dons especiais da jovem causam dor, mas trazem poder – algo explorado por seu irmão, que a usa para torturar seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma na mão do irmão: ela tem uma resistência fora do comum, o raciocínio rápido e é mais esperta do que ele imagina. Akos vem de Thuvhe, a nação amante da paz, e a lealdade à sua família não tem limite.Mesmo protegido por um dom especial incomum, Akos não evita que ele e seu irmão sejam capturados por soldados inimigos shotet. Akos se desespera e quer resgatar o irmão vivo, não importa a que custo. Quando Akos é empurrado para o mundo de Cyra, a inimizade entre seus países e famílias parece intransponível. Acreditando ser a única saída, Akos decide se unir a Cyra. Uma união que pode resultar na sobrevivência – ou na destruição de ambos…Numa narrativa eletrizante, no viés de Star Wars e Divergente, Veronica Roth explora – com equilíbrio e pungência – a história de um jovem que faz uma aliança com o inimigo para escapar da opressão que governa sua vida. Juntos, partem em busca de seus únicos objetivos: para um, a redenção; para o outro, a vingança.
  Bem, não vou falar sobre a estória porque a sinopse está aí para isso e é definitivamente bem grande e completa. O livro tem muitas situações e não quero dar spoiler.
– Ou seja, jogue a honra pela janela.
– Honra – falei, bufando. – Não há lugar para honra na sobrevivência.
Assim, eu sonhava com a morte, e a morte preenchia meus dias.
   Gostei mais de Crave a Marca do que Divergente e fiquei surpreendida com a fluidez da estória e como consegui me afeiçoar aos personagens. Tenho sérios problemas com narrativas que se passam no espaço, nunca gostei muito, nem de filmes nesse estilo e já estava esperando não gostar da obra, pensando que seria lento, mas impressionantemente não achei e nem demorei quanto pensei que demoraria. Bem, para mim, a maneira como o livro fluiu não incomodou, foi boa e me fez ter a sensação de que estava acompanhada uma estória diária. Capítulo por capítulo.
   Quem confere o goodreads, porém, sabe que vários leitores reclamaram sobre a estória ser parada e lenta. A verdade é que reconheço que algumas pessoas podem reclamar da lentidão até pelo menos à metade, mas para mim a obra ainda assim fluiu e foi satisfatória.
   O livro é divido entre dois narradores: Cyra, em primeira pessoa. Akos, em terceira pessoa. Achei interessante e gostei da maneira que a Veronica trabalhou a estória, pois mostra que tem habilidade para manusear a estória das duas formas.
   O “vilão” da estória é convincente a ponto de que até senti certa empatia por ele, pois percebi tudo que o vilão passou para chegar ali, e como foi influenciado em seu comportamento. Gostei de Akos demais, a sua esperança apesar de ser cega e muitas vezes ilusória, acaba balanceando Cyra, que é mais realista e pessimista como eu. Definitivamente me afeiçoei ao personagem.
– Crescer aqui realmente perturbou você, não foi?
– Crescer aqui – esclareci – me fez ver a verdade nas pessoas.
   Ah, outra coisa. Super gostei que o título tem super tudo a ver com a estória, porque confesso, quando vi que esse era o nome do livro, pensei: Hum? What the hell? Mas é tão significante Crave a Marca.
– Você é uma Noavek – insistiu ele com teimosia, cruzando os braços. – A brutalidade está em seu sangue.
– Eu não escolhi o sangue que corre em minhas veias. – retruquei. -Do mesmo jeito que você não escolheu seu dom, sua fortuna. Você e eu, nós nos tornamos o que era esperado de nós.
   Recomendo a leitura a todos que gostam de descobrir mundos novos, uma realidade distópica, ficção científica, e que querem desbravar um mundo de conflitos e jogo de poder. Aviso que no início a leitura é um pouco lenta, mas nem sempre atrapalha, como não aconteceu comigo. O final da estória é o melhor possível e dá um gancho para o segundo livro.
Por hoje é só, folks.
XO XO
6 de fevereiro de 2017

6 ON 6: Fevereiro - O Que Você Faz no Carnaval

    Helloo, folks... Tudo numa nice?!
  Well, hoje é dia 6 ou seja mais um 6 ON 6 do ano. O tema desse mês foi super cool e não repetimos - graças a Fabi cheia de inspiração. Bem, hoje fiquei pensando como tiraria as fotos que representassem com fidelidade o que faço nessa época do ano. Fiquei imaginado por um tempo até conseguir algumas coisinhas que eu realmente gostasse.
  Não gosto de carnaval como a maioria ahaha, quer dizer, só curto porque é feriado e eu posso ficar em casa lendo e fazendo coisas de preguicite aguda. Fora isso, é um feriado que não me interessa muito.
  Selecionei uma das coisas que mais faço, então vamos lá.
   Acho que todo mundo sempre vai dormir nesses feriados, descansar da faculdade e aliviar a mente. Eu durmo bastante e adoro ahahha. Meu ninho é o meu lar.
   Gente, acreditem ou não, mas isso aí é o meu guarda roupa arrumado. eheheh. Tem muita roupa e às vezes caí quando realmente está bagunçado. No carnaval eu geralmente vou para um retiro, por isso preciso fazer as malas e tenho preguiça de arrumar quando retorno.
 Não podia deixar de mencionar que fico escrevendo muito também, né?! Quer dizer, já escrevo um monte naturalmente, todos os dias quanto possível, mas em feriados gosto de tirar a barriga da miséria. Eu não estudo nos feriados, porque se não tira o ponto de ficar de preguicite em casa. :)
 Também toco um pouco de violão, quando estou no retiro com as outras pessoas ou até mesmo em casa com minha irmã. Depende muito se vou estar inspirada para tocar, mas geralmente acontece porque vou mostrar as minhas canções para o people.
 Não sei se vocês sabem, folks, mas faço artesanato. Antes de começar a escrever livros e montá-los de forma artesanal de igual forma - porque o primeiro livro que escrevi foi escrito num caderno velho cheia de enfeites e capa nova e tals - eu já gostava de fazer artesanato. Na minha vida primeiro veio a música, depois o artesanato e depois os livros e histórias. Mainha também é propensa para isso e faz artes, costura e um monte de coisa. Fiz esses trens aí. Hoje fiz mais. Gosto de gastar um tempinho customizando e doing stuff.
E finalmente, o que todos nós fazemos. Lemos aos montes para tirar alguns livros da meta e acrescentar mais outros ahahah.
Well, acho que por hoje é só, folks.
Confiram os outros blogs participantes.
XO XO