Pieces of Alana Gabriela

16 de ago de 2017

Sorteio de Aniversário do blog Sigo Lendo

16.8.17 0
Sorteio de Aniversário do blog Sigo Lendo

Helloo, folks! A comemoração do blog Sigo Lendo não para! Hoje as meninas trouxeram o terceiro kit da promoção de aniversário! E A Estranha Mente de Seth está incluso!!


Regras gerais:
  • Os participantes devem ter endereço residencial no Brasil.
  • Perfis falsos serão desclassificados.
  • As regras obrigatórias devem ter sido cumpridas, caso contrário o participante será desclassificado.
  • O ganhador deve responder ao e-mail enviado a ele em até 48h, caso contrário um novo sorteio será realizado.
  • O sorteio será feito automaticamente pelo site do Rafflecopter e o resultado será divulgado no blog.
  • O envio dos prêmios será feito em até 30 dias úteis e nem o Sigo Lendo, nem as autoras participantes, nos responsabilizamos por endereço de entrega incorreto ou extravio dos correios.
  • Lembrando que quanto mais regras opcionais você completar, maior a sua chance de ganhar, pois é como se você inserisse mais uma vez seu nome no "saquinho" para o sorteio.
  • O sorteio tem início no dia 16/08/17 e finalizará no dia 16/09/17
  • Cada blog e autor será responsável pelo envio do seu brinde, portanto os prêmios poderão chegar em diferentes dias.


E os prêmios serão:
  • Um exemplar de A Estranha Mente de Seth, cedido pela autora Alana Gabriela;
  • Um exemplar de P.S. Eu Te Amo, cedido pela autora Viviane Ribeiro;
  • Um exemplar de A Irmandade Perdida, cedido pelo Sigo Lendo;
  • 20 marcadores sortidos, cedidos pelo Sigo Lendo.

Regras obrigatórias:
  • Seguir o blog Sigo Lendo no GFC;
  • Adicionar o livro Senhora de Dois Mundos no Skoob;
  • Curtir a página da autora Alana Gabriela no Facebook;
  • Curtir a página do Sigo Lendo no Facebook;

Chances extras:
  • Seguir a autora Alana Gabriela no Instagram;
  • Seguir o Sigo Lendo no Twitter;
  • Adicionar A Estranha Mente de Seth no Skoob;
  • Seguir o Sigo Lendo no Google+;
  • Tuitar uma mensagem (uma vez ao dia);
  • Compartilhar a imagem no Facebook;
  • Compartilhar a imagem no Google+;
  • Marcar 3 amigos no Facebook.

12 de ago de 2017

Bookstagram #1

12.8.17 1
Bookstagram #1
Helloo, folks... tudo numa nice?!
Hoje eu vim trazer para vocês um post completamente diferente de tudo que fiz até hoje. Os  melhores #bookstagrams (gringos) para mim. É um pequeno TOP 4 e ao longo do ano vou postando mais outros. É claro que os IGs que trouxe aqui são de acordo com alguns que sigo e outros que descobri nesses dias.
   Não sou muito de tirar fotos de livros apesar de achar awesome quem faz isso e consegue capturar de maneira delicada e ainda assim intrigante a essência da obra.
   Abaixo estão alguns bookstragams que sigo e são inspiração para mim – às vezes até fico com vontade de tirar fotos bonitas assim também. Mas não tenho essas habilidades. Not at all. Há também outras contas que descobri e acho que vale a pena ressaltar.
   Como conferirão abaixo, alguns bookstragamers postam muita foto de livros de fantasia. *-* Não consigo me conter. Mas há outros gêneros literários, acontece que talvez eu só siga as contas porque goste de olhar capas novas de livros de fantasia e essas coisas.
    Anyways... confiram aí algumas fotos, folks.
@darkfaerietales

 @queen.of.fantasy

 @betweenendpages
 @redrchl.reads

   Sigo o Dark Faerie Tales da Bridget e o Queen of Fantasy da Esther, que traz fotos um pouco mais clean. Os outros Igs encontrei por esse dias. O bookstagram Between End Pages é de uma professora de 25 anos; o que achei super awesome.

  E aí folks, o que acharam das fotos de livros desses IGs? Achei super bonitas e inspiradoras. Deem mais dicas de Bookstagramers para acompanhar.
XO XO

7 de ago de 2017

Resenha: A Melodia Feroz - Victoria Schwab

7.8.17 1
Resenha: A Melodia Feroz - Victoria Schwab
Título: A Melodia Feroz - Monstros da Violência | Autor: V.E. Schwab
Ano: 2017 | Páginas: 384 | Editora: Seguinte
Kate Harker e August Flynn vivem em lados opostos de uma cidade dividida entre Norte e Sul, onde a violência começou a gerar monstros de verdade. Eles são filhos dos líderes desses territórios inimigos e seus objetivos não poderiam ser mais diferentes. Kate sonha em ser tão cruel e impiedosa quanto o pai, que deixa os monstros livres e vende proteção aos humanos. August também quer ser como seu pai: um homem bondoso que defende os inocentes. O problema é que ele é um dos monstros, capaz de roubar a alma das vítimas com apenas uma nota musical. Quando Kate volta à cidade depois de um longo período, August recebe a missão de ficar de olho nela, disfarçado de um garoto comum. Não vai ser fácil para ele esconder sua verdadeira identidade, ainda mais quando uma revolução entre os monstros está prestes a eclodir, obrigando os dois a se unir para conseguir sobreviver. 
      Helloo, folks.. tudo numa nice?!
  Então, hoje eu venho trazer para vocês as minhas impressões de um dos livros que mais me chamou a atenção esse ano. Empolgante e simplesmente reflexivo. Vamos conhecer um pouco de A Melodia Feroz.
  
   Kate Harker e August Flynn são filhos dos líderes de territórios inimigos. Kate procura ser a mais cruel possível em seus atos a fim de chamar a atenção de seu pai ao que importa. August quer o completo oposto, ser valente e bondoso, defender os inocentes. Mas ele é um monstro que rouba a vida das pessoas com notas musicais do seu violino. Para ajudar seu pai numa missão, August se vê obrigado a espionar a única filha de Harker, um homem temível que vende proteção para os humanos. E como um garoto comum ele deve se infiltrar na escola através das brechas fronteiriças entre as duas sociedades.
    Num mundo onde a violência gera monstros a eclosão de uma revolução de monstros é inevitável, pior ainda quando ocorre sob o nariz de seus chefes. Com o tempo Kate e August perceberam que num momento como esse eles precisaram se unir pelo bem da sobrevivência.
Por ter ganhado vida de repente, como ao fim de um truque de mágica, ele temia a natureza frágil de sua existência. Como se, a qualquer momento, pudesse deixar de existir.
    Acredito que o motivo de eu me sentir incentivada a conferir esse livro da Victoria foi ler tantas comentários muito bons sobre as obras dela. Após o lançamento de A Guardiã de Histórias aqui no Brasil no ano passado me vi um pouco curiosa. Na verdade eu ia ler/ouvir A Melodia Feroz em inglês para treinar meu listening e Reading. Mas quando soube que a Seguinte ia lançar, decidi esperar.
         Durante boa parte desse ano me vi numa ressaca literária terrível, A Melodia Feroz foi um dos livros que conseguiu me arrancar do poço.
         A obra da Victoria não era nada do que eu estava esperando em momento algum – talvez porque só fui ler a sinopse já na metade do livro e tentar entender e cogitar o caminho proposto a ser seguido –, confesso que levei um tempo para me infiltrar completamente na estória por essa razão como é comum de acontecer quando somos apresentados a um novo mundo construído tão diferente e singular quanto possível.
           Em algumas passagens imaginei que os monstros eram uma metáfora do ser humano. Mas só foi uma impressão minha.
-Dói - ele sussurrou.
-O quê?
-Ser. Não ser. Me entregar. Me conter. Não importa o que eu faça, tudo dói.
Kate inclinou a cabeça para trás, apoiando-a na banheira.
-O nome disso é vida, August - ela disse. - Você queria se sentir vivo, certo? Não importa se é monstro ou humano. Viver dói.
         Um ponto importante sobre o livro. Tem uma pegada de Romeu e Julieta, contudo sem o romance, uma amizade baseada em confiança que vai crescendo aos poucos e se solidificando enquanto Kate e August conhecem mais um ao outro. O livro é muito bem escrito e traz uma profundidade rica nas palavras e no mundo criado.
         Os protagonistas são empáticos e você acaba se derramando e sentindo cada um deles, experimentando seus temores e emoções. Kate é filha única e comprometida com o perigo e a maldade, apenas para chamar a atenção de seu pai, como uma criança de necessidades que precisa ser vista. Mas não pense que ela é mimada ou coisa do tipo. Kate é simplesmente uma filha que tenta encontrar seu lugar.
       August é simplesmente o oposto. Um monstro em forma, mas não em coração que está aprendendo a se conhecer e aceitar a sua natureza, alimentando-se do mal enquanto toca em seu violino – o que eu adorei por sinal, adoro violino. Mas a sua família, Flynn, está em constante disputa com os Parkers. Por causa da disputa, August pede para fazer parte do serviço para ajudar a família, ele se sente responsável mesmo não sendo um monstro, um filho forjado a partir do mal que existe no mundo.
Não havia regras, não havia limites: os culpados e os inocentes, os monstros e os humanos… todos pereciam.
         O livro é cheio de reviravoltas, frenético e recheado de ação. Altamente recomendado. Não dei nota máxima porque demorei um pouco para me acostumar com a estória e levei um tempo para verdadeiramente me infiltrar nela e ser fisgada – talvez por não ter lido a sinopse e não ter real certeza acerca do que estava esperando. Ou apenas por não conhecer a maioria dos termos que as personagens falavam com regularidade como um bom dia e que não fazia ideia do que significava. Senti que eu precisava de um glossário por um instante. Mas de resto foi uma estória muito boa e bem desenvolvida.
        Depois desse livro percebi que adoro o nome August. Ele é simplesmente maravilhoso e intenso.
        Estória altamente recomendada.
Nota: 4/5

1 de ago de 2017

#Fantasia - Saga Sete Reinos - Cinda Williams Chima

1.8.17 1
#Fantasia - Saga Sete Reinos - Cinda Williams Chima
Helloo, folks. Tudo numa nice?
Hoje vai ser o dia da fantasia. Meu gênero literário favorito. Minha dica do dia é a série Sete Reinos da Cinda Williams Chima. Eu nunca trouxe uma resenha ou comentei o suficiente sobre essa série maravilhosa, mas hoje decidi mudar isso.
   Conheci o livro da Chima através de recomendações de blogueiros na época que eu descobri o mundo da High Fantasy e estava super ansiosa para ler o máximo de fantasia possível.
    O livro da Chima traz o tipo de estória que quando você termina de ler fica com saudade, querendo ler mais e mais mesmo depois de já ter finalizado a série. Foi exatamente isso que aconteceu comigo. Além de altamente inspirador, me fez perder muitas horas, ficando nervosa, querendo muito mais do desfecho e das personagens.

O Rei Demônio - Os Sete Reinos # 1 | Autor: Cinda Williams Chima | Ano: 2014
Páginas: 384 | Editora: Suma de Letras
O jovem ladrão reformado Han Alister é capaz de quase qualquer coisa para garantir o sustento da mãe e da irmã, Mari. Ironicamente, a única coisa valiosa que ele possui não pode ser vendida: largos braceletes de prata, marcados com runas, adornam seus pulsos desde que nasceu. São claramente enfeitiçados — cresceram conforme ele crescia, e o rapaz nunca conseguiu tirá-los.
Enquanto isso, Raisa ana’Marianna, princesa herdeira de Torres, enfrenta suas próprias batalhas. Ela poderá se casar ao completar 16 anos, mas ela não está muito interessada em trocar essa liberdade por aulas de etiqueta e bailes esnobes. Almeja ser mais que um enfeite, ela aspira ser como Hanalea, a lendária rainha guerreira que matou o Rei Demônio e salvou o mundo.
Em O Rei Demônio, primeiro de quatro livros, os Sete Reinos tremerão quando as vidas de Han e Raissa colidirem nesta série emocionante da autora Cinda Williams Chima.
   Li o primeiro livro sem muita pretensão, e gostei de várias coisas que vi nele, apesar de outros pontos me desagradaram, pois em algumas situações eu percebia que a autora parecia ter apenas colocado ações na estória para ficar maior quando poderia ter sido mais sucinta. Digo isso porque algumas ações do primeiro e do segundo livro pareceram para mim um tanto desnecessárias visto que dava para saber que não ocorreria nada aos protagonistas, como se fosse apenas para acrescentar algo mais e causar um tipo de emoção que não foi capaz de me convencer e nem chocar.
    Mas essa minha impressão não tira o brilhantismo da estória que é muita boa e me fisgou de certo que mesmo não gostando por completo da obra, me fez querer voltar para esse mundo e acompanhar o Han Alister por mais três inesgotáveis livros, unindo romance, ação, mistério e muitas descobertas. Só de escrever isso agora muitas cenas veem na minha mente e bate uma saudade bem forte.
  Puxa!!
   Acreditei que não leria o restante da série devido a essa situação que comentei acima, mas depois de um tempo, senti falta da estória e do mundo criado pela Chima de modo que decidi ler a sequência para ver se gostaria. Amei. Em alguns dias me lembro da estória e fico com saudade, querendo ler de novo, procurando mais e desse mundo dos Sete Reinos.

   A escrita da Chima é viciante, rica e minuciosa, e suas estórias são muito bem construídas além de seus personagens serem muito bem desenvolvidos, a história deixa até o leitor mais confortável, saboreando cada momento e cenário.

   Não acredito ser capaz de mensurar por completo o quanto essa saga é boa. Recomento para os amantes de fantasia e para quem está buscando se aventurar no gênero.
Confiram abaixo os livros da saga!
E aí, folks? Conheciam o livro? Já leram algo dessa autora?
Me contem abaixo o que esperam da série!
XO XO

29 de jul de 2017

Resenha: Ecos da Morte - Kimberly Derting

29.7.17 1
Resenha: Ecos da Morte - Kimberly Derting
Hello, folks... tudo numa nice?
Hoje eu venho trazer para vocês a resenha do livro decepção do ano para mim. Já li muitos livros ruins e nos últimos anos a obra da Kimberly está nesse patamar de obras ruins e mal aproveitadas.
Ecos da Morte | Autor: Kimberly Derting | Ano: 2011 
Páginas: 272 | Editora: Intrínseca
Violet Ambrose tem dois problemas – o dom mórbido e secreto que carrega desde a infância e Jay Heaton, seu melhor amigo, por quem está apaixonada. Aos dezesseis anos e confusa com os novos sentimentos em relação a Jay, ela começa a ficar cada vez mais incomodada com sua estranha habilidade – Violet encontra cadáveres. Desde pequena ela percebe os ecos que os mortos deixam neste mundo. Ruídos, cores, cheiros. Mas não todos, apenas os das vítimas de assassinato. Para ela, isso nunca foi um grande talento. Na maioria das vezes, tudo o que encontrava eram pássaros mortos, deixados para trás pelo gato da família. Mas, agora que um serial killer está aterrorizando a pequena cidade onde mora e os ecos das garotas assassinadas a perseguem dia e noite, Violet se dá conta de que talvez seja a única pessoa capaz de detê-lo. Em pouco tempo ela estará no rastro do assassino. E ele, no dela.
   Violet Ambrose descobriu na sua infância um dom estranho. Quando criança foi levada a um corpo morto na floresta, por um sentimento, um cheiro, algo dentro de seu âmago. E partir de então ela vinha guardando esse dom para si, de descobrir corpos mortos pela floresta.
  Mas quando um assassino começa a matar mais garotas na sua cidade e esconder os corpos pela região onde mora, com a ajuda de seu amigo, ela decide tentar encontrar a pessoa e trazê-la a justiça.

   Por volta de abril ou maio eu estava num tipo de ressaca, não estava conseguindo ler os livros que tinha e nem estava gostando muito das obras que estava lendo. Como comecei a trabalhar num livro de fantasia sobrenatural decidi procurar obras nesse mesmo gênero a fim de me acostumar com esse tipo de livro. Eu estava com vontade de ler algo novo e diferente visto que nunca me dei bem com estórias sobrenaturais e suas previsibilidades.
   Confesso que esperava algo clichê pelo que está expresso na sinopse e pelas poucas resenhas que vi, estava até meio que preparada, no entanto não esperava que a estória se mostrasse tão ruim, mal escrita e com pouco ou nenhum desenvolvimento das personagens.
   A personagem principal, Violet, é sem tato, preocupada muito mais com sua vida amorosa do que com qualquer outra coisa. Reclama demais de besteira e age de forma idiótica, muitas vezes fica nervosa e temendo qualquer besteira, duvidando de seu amigo e com ciúmes infundados toda vez que ele está ao lado de outras garotas e coisa do tipo. Sinto que as autoras fazem os interesses amorosas das protagonistas de uma maneira irreal demais, pois o comportamento do amigo dela certamente não é algo que um garoto faria. Não condiz com a realidade.
   Ela se põe em muitos riscos por causa do seu dom. Não entendo muito bem porque fazia isso, talvez se ela soubesse lutar e tivesse algum tipo de segurança em coisas parecidas eu acreditasse, mas a protagonista se colocava em situações complicadas sem necessidade, com risco grande de vida. Que tipo de pessoa faz isso quando sabe que não tem habilidade nenhuma para enfrentar um ASSASSINO? É simplesmente uma questão de bom senso, que ao que parece a protagonista não tem. 
     Pensei que apesar da estória eu fosse gostar da escrita, é sempre um escape para mim quando não curto muito o desenvolvimento de algumas obras. Mas nem isso se salvou na estória. Muito mal escrita e mal aproveitada. É como se autora não soubesse manejar bem uma estória em terceira pessoa. Deixou a desejar por demais.
  O livro é bem curtinho, mas para mim foi uma tortura descabida terminá-lo. Pensei que jamais conseguiria. Foi simplesmente excruciante! 

Essa é uma estória que eu altamente não recomendo. Nada pôde ser aproveitado na obra, pelo menos por mim.
Nota: 1/5
XO XO
* Créditos da imagem: Diárias Leituras

26 de jul de 2017

Resenha: O Livro dos Espelhos - E.O. Chirovici

26.7.17 3
Resenha: O Livro dos Espelhos - E.O. Chirovici
Helloo, folks... tudo numa nice?!
Depois de um milênio venho trazer a resenha desse livro policial para vocês.
Confiram as minhas impressões sobre a obra desse autor romeno.

O Livro dos Espelhos | Autor: E.O. Chirovici | Ano: 2017 
Páginas: 322 | Editora: Record
Quando o agente literário Peter Katz recebe por e-mail um manuscrito parcial intitulado O livro dos espelhos, ele fica intrigado. O autor, Richard Flynn, descreve seus dias em Princeton, e documenta sua relação com Joseph Wieder, um renomado psicólogo, pesquisador e professor. Convencido de que o manuscrito completo vai revelar quem assassinou Wieder em sua casa, em 1987 — um crime noticiado em todos os jornais mas que jamais foi solucionado —, Peter Katz vê aí sua chance de fechar um negócio de um milhão de dólares com uma grande editora. O único inconveniente: quando Peter vai atrás de Richard, ele o encontra à beira da morte num leito de hospital, inconsciente, e ninguém mais sabe onde está o restante do original. Determinado a ir até o fim neste projeto, Peter contrata um repórter investigativo para desenterrar o caso e reconstituir o crime. Mas o que ele desenterra é um jogo de espelhos, uma teia de verdades e mentiras, e uma trama mais complexa e elaborada que a do primeiro lugar na lista de mais vendidos dos livros de ficção.
     Depois de receber um manuscrito parcial chamado o Livro dos Espelhos, o agente literário Peter, intrigado com a história decide contratar um repórter para investigar o caso que é porposto no manuscrito. O assassinato de Wieder, em 1987, um crime não solucionado noticiado em todos os jornais.
    E o motivo de contratar um repórter? Richard Flynn, o autor do manuscrito, está a beira da morte e Peter Katz sabe que precisa de alguém para investigar o assunto tendo em vista que a publicação de um livro que documenta Richard Flynn, e seus dias em Princeton e sua relação com Joseph Wieder, um renomado professor e psicólogo, lhe renderia muito dinheiro.
Mas o que o repórter desenterra é um emaranhado de segredos, mentiras e verdades próprias espelhadas nas histórias de cada envolvido.
    Não tenho o hábito de ler romances policiais pelo simples fato de eu ficar muito nervosa ao ler suspense desse tipo. Então não me aventuro muito pelo gênero.  Recebi há alguns meses este livro pela Editora Record e decidi dar uma chance para a estória. Não imaginava que fosse gostar tanto quanto gostei.
     O livro é realmente bem construído e trata de situações intricadas e muitas vezes enervantes que faz o leitor querer descobrir logo como o professor morreu. A curiosidade pelos fatos verdadeiros certamente fisgará o leitor.
     O livro é dividido em três partes. Cada uma narrada por pessoas diferentes. A primeira, Richard Flynn, a segunda pelo repórter John Keller e a terceira pelo policial Roy Freeman. Cada parte é narrada de modo que a estória seja amarrada com maestria e que as peças se encaixem aos poucos, prendendo o leitor.
     O meu narrador favorito foi o Roy. Excepcionalmente intrépido apesar da idade.
    A narrativa é fluída e a escrita do autor é simples  de modo que é acessível para todos os leitores.
O único ponto negativo para mim no livro é que as personagens no geral são bem mais velhas, por volta dos quarenta ou trinta e muitos anos, o que significa que em alguns momentos me vi distante de alguns dilemas das personagens por não vivenciar tal realidade. Mas nada que atrapalhe a leitura ou que deixe de engajar o leitor nesse mistério de espelhos. É preciso prestar bastante atenção para que nada confunda sua mente.
Altamente recomendado para quem gosta de uma bom romance policial, intricado e viciante.
Nota: 4/5
XO XO